sexta-feira, 13 de maio de 2016

Drácula

Um dos livros mais subestimados que conheço, Drácula, do irlandês Bram Stoker, é na verdade um tesouro da literatura mundial. Escrito em 1897 em forma de romance epistolar, ou seja, escrito no formato de cartas e trechos de diários, tem como personagem principal o Conde Drácula. É o clássico que deu origem a inúmeras peças e filmes, tornando popular a figura do vampiro, personagem folclórico de lendas principalmente do leste da Europa que floresceram no século XIX, apesar de terem sido registradas em culturas diversas e desde tempos remotos.



"3 de maio, Bistritz1 — Saí de Munique às 20h35 do dia 1o de maio, chegando a Viena na manhã seguinte, bem cedo; deveria chegar às 6h46, mas o trem atrasou uma hora. Budapeste parece um lugar magnífico, a julgar pelo rápido vislumbre que as janelas do vagão me proporcionaram — e pela breve caminhada que consegui dar ao longo de suas ruas. Evitei me afastar muito da estação, pois tínhamos chegado tarde e devíamos partir assim que possível. Tive a impressão de que saíamos do Ocidente para entrar no Oriente: sobre o Danúbio — que, neste ponto, é de imponente largura e profundidade —, uma ponte esplendorosa, com a mais ocidental das aparências, conduziu-nos àquele outro mundo onde ainda pulsam as tradições do domínio turco."       B.Stoker

Edição da foto:

STOKER, Bram. Dracula. New York: Barnes & Noble, 2011.


Em língua portuguesa:



STOKER, Bram. Drácula. Tradução de José Francisco Botelho. São Paulo : Penguin Classics Companhia das Letras, 2014.

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