quinta-feira, 12 de maio de 2016

A Estruturas Antropológicas do Imaginário

Ao destrinchar o funcionamento do imaginário, Gilbert Durand  (1921-2012) nos introduz a questões do estruturalismo, mas, ao contrário do formalismo de Lévi-Strauss, leva-nos pelos caminhos de Jung, Piaget e Bachelard, convidando-nos a pensar nas estruturas do imaginário como conteúdos dinâmicos, ou seja, apresenta-nos um meio mais natural para compreender as bases simbólicas do pensamento.

Formidável instrumento de conhecimento, ou de poder, essa obra é obrigatória para quem quer entender como o domínio da linguagem simbólica para além do domínio da linguagem falada e escrita pode funcionar como ferramenta de criação nos mais diversos campos e visando atingir um determinado objetivo frente ao elemento humano.


Na imagem:
DURAND, Gilbert. As Estruturas Antropológicas do Imaginário. Lisboa: Editorial Presença, 1989.

Título original: Les Structures Anthropologiques de l'Imaginaire
Primeira edição: Paris: Dunod, 1960

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